segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

INFORMATIVO CODESPA - 01/2020

DESTAQUES DO MÊS

- CAGED E RAIS serão substituídas pelo e-social
- E-social passa a substituir livro de registro de empregados
- Como saber se eu ou minha empresa possui dívida ativa?
- Empresas poderão abrir filiais em outros estados instantaneamente
- Ativo imobilizado esclarecimentos sobre adoção inicial do custo atribuído

 Informativo Codespa 01/2020


 Informativo Codespa - 01/2020

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

MULTA ADICIONAL DE 10% DO FGTS FOI EXTINTA

Os empregadores deixarão de pagar a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em demissões sem justa causa. A taxa foi extinta pela lei que instituiu o saque-aniversário e aumentou o saque imediato do FGTS, sancionada no último dia 12 pelo presidente Jair Bolsonaro.

A multa extra aumentava, de 40% para 50% sobre o valor depositado no FGTS do trabalhador, a indenização paga pelas empresas nas dispensas sem justa causa. O complemento, no entanto, não ia para o empregado. Os 10% adicionais iam para a conta única do Tesouro Nacional, de onde era repassado ao FGTS, gerido por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo.

Criada em junho de 2001 para cobrir os rombos no FGTS deixados pelos Planos Verão (1989) e Collor 1 (1990), a multa adicional de 10% deveria ter sido extinta em junho de 2012, quando a última parcela dos débitos gerados pelos planos econômicos foi quitada. No entanto, a extinção dependia da edição de uma medida provisória e da aprovação do Congresso Nacional.

Em novembro, o governo incluiu o fim da multa na Medida Provisória 905, que criou o Programa Verde e Amarelo de emprego para estimular a contratação de jovens. O Congresso, no entanto, inseriu a extinção da multa complementar na Medida Provisória 889, que instituiu as novas modalidades de saque do FGTS.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

IPVA 2020: GOVERNO DE MG DIVULGA DATAS DE PAGAMENTO E VALORES

Os motoristas mineiros começam a pagar o IPVA de 2020 no dia 13 de janeiro. As datas de cobrança do tributo foram divulgadas na manhã desta terça-feira pela Secretaria de Fazenda de Minas Gerais.  A expectativa do governo é arrecadar R$ 5,93 bilhões com os pagamentos. O pagamento do IPVA vai até o dia 19 de março, de acordo com o número final das placas dos veículos.

Este ano os valores médios do tributo serão de R$ 587,90. Já para os veículos 0km, emplacados em 2019, a média do IPVA é de R$ 944,21. Ao apresentar os números, o subsecretário da Receita Estadual Osvaldo Scavazza afirmou que os motoristas podem ter uma redução de quase 10% no valor que pagaram em 2019.



Isso porque a base de cálculo para a cobrança diminuiu 2,96% em função da desvalorização dos veículos. Somado a isso, quem optar por pagar à vista na data do vencimento da primeira parcela terá um desconto de 3%. Aqueles que quitaram o IPVA em dia nos anos de 2018 e 2019 tem direito a mais 3% de redução, chegando a 9%. Estão nesta situação cerca de 2,2 milhões de veículos, representando 22,22% do total.

DESCONTO
O programa Bom Pagador, no entanto, dá o desconto de acordo com o veículo e não com o CPF do proprietário. Com isso, segundo o secretário, esse desconto de 3% pode ser usado como valorização na hora de vender o veículo. “Isso se torna um diferencial para a negociação do contribuinte no mercado de usados”, ressaltou Scavazza.

Tem direito a esse pagamento quem pagou à vista ou parcelou respeitando as três datas fixadas pela Secretaria de Fazenda.

As alíquotas cobradas variam de 1%, para veículos de locadora, ônibus, micro-ônibus, caminhão e trator, a 4% para automóveis, utilitários e caminhonetes (exceto as de carga de cabine simples e furgão, sobre as quais incidem 3%). Para motocicletas ou similares a alíquota é de 2%.

A taxa de renovação do licenciamento anual de veículo será de R$ 105,78  com vencimento em 31 de março para todos os finais de placa.

DATAS
Para os veículos com final de placa 1 e 2 as datas de vencimento são 13 de janeiro de fevereiro e de março. Os carros com finais de placa 3 e 4 terão a cobrança nos dias 14 de janeiro e fevereiro e 16 de março.

Para as placas 5 e 6 as datas serão 15 de janeiro e 17 de fevereiro e março e para as placas 78 16 de janeiro e 18 de fevereiro e março.

Já para os veículos com finais de placa 9 e 0 as cobranças serão nos dias 17 de janeiro e 19 de fevereiro e março.

FUNCIONALISMO
Segundo o subsecretário da Receita ainda não foi definido se os servidores públicos terão prorrogações nas datas de pagamento, como ocorreu neste ano em razão de receberem os salários parcelados e receberem o 13º salário em atraso.

“Ainda não existe uma definição se será feita a mesma sistemática dos anos anteriores, de protelar o pagamento do IPVA para os servidores públicos. Existe ainda uma negociação para pagamento do 13º”, afirmou.

Segundo a Secretaria de Fazenda, a frota de veículos de Minas Gerais chegou a 10,1 milhões este ano, batendo a casa de um veículo para cada duas pessoas no estado. A maior concentração, de cerca de 3 milhões ou 29,78% deles está na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A previsão é que mais 100 mil veículos 0km sejam incluídos entre 19 de outubro e 31 de dezembro deste ano na base de cálculo que será enviada em 2 de janeiro aos bancos.

Enquanto a frota de veículos cresceu 3,74% em relação a 2019, o valor que se espera arrecadar subiu 9,7%. A diferença se explica porque os valores dos carros novos são mais altos do que os da frota antiga, que é anualmente desvalorizada e por isso paga um tributo menor.

Quem não concordar com o valor cobrado de IPVA pelo seu carro pode questionar a Secretaria da Fazenda, apresentando um pedido de revisão até 26 de dezembro. Para isso, a pessoa precisará apresentar dois periódicos registrando preços e o certificado do veículo. A Secretaria de Fazenda ressalta, no entanto, utilizar a tabela FIP para a definição dos valores cobrados.

Os valores do IPVA estão disponíveis no site da Secretaria da Fazenda pelo número do Renavan. O motorista pode se informar ainda pelo telefone 155 ou pelos aplicativos IPVA MG ou MG APP, disponíveis para celulares android e IOS.

Segundo o governo de Minas, a média de inadimplência anual, de cerca de 5%, se manteve em 2019 e a expectativa é a mesma para o ano seguinte.

A Secretaria da Fazenda ressaltou que não envia boletos de cobrança de IPVA para os motoristas. Portanto, se alguém receber mensagem neste sentido trata-se de uma tentativa de golpe.





segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

INFORMATIVO CODESPA - 12/2019

DESTAQUES DO MÊS


- Confira as normas para o cálculo e pagamento do 13o. Salário
- Créditos de PIS/PASEP e COFINS sobre estoques no ingresso ao Lucro Real
- O que fazer quando o faturamento ultrapassar o limite do MEI?
- Condomínios: Contabilidade, Controle e Prestação de Contas

Informativo CODESPA 12/2019


Informativo CODESPA 12/2019

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

E AGORA? COMO REALIZAR O PAGAMENTO DO 13o. SALÁRIO?

Todo empreendedor sabe dos desafios de manter as contas e o pagamento dos seus funcionários em dia. E no fim do ano, isso é ainda mais importante, pois nem todos possuem os recursos para pagar o décimo terceiro salário dos seus funcionários.

Para auxiliar você nesse planejamento, há algumas dicas e possíveis alternativas que você pode seguir para efetuar o pagamento do 13º salário nas datas certas, sem comprometer o seu fluxo de caixa com decisões precipitadas.

Mas, antes de considerar essas alternativas, vamos entender o que é o 13º salário e como calculá-lo.

O que é 13º salário e como calcular?
O décimo terceiro salário nada mais é do que um pagamento que compensa o colaborador pelas semanas trabalhadas não contabilizadas ao longo do ano, visto que alguns meses do ano tem quatro semanas e outros cinco.

Este pagamento pode ser feito em duas parcelas:
- A primeira delas, chamada de adiantamento, corresponde à metade da remuneração do mês anterior ao mês de recebimento, e não sofre descontos. Deve ser paga entre o mês de fevereiro e o dia 30 de novembro.
- A segunda parcela equivale ao salário bruto do mês de dezembro, com os descontos do adiantamento da primeira parcela, do INSS e do Imposto de Renda (IR). Deve ser paga até o dia 20 de Dezembro.

Como diminuir o impacto do 13º salário no fluxo de caixa?
Um negócio dificilmente sobrevive e se mantêm financeiramente saudável se não tiver um planejamento adequado.

Por isso, é imprescindível que você faça um bom controle sobre o seu fluxo de caixa e registre todas as entradas e saídas da empresa. Esse levantamento permite que você não sofra com maiores problemas para quitar os débitos com os funcionários.

Para diminuir o impacto do décimo terceiro salário no seu fluxo de caixa é recomendado que você realize um provisionamento mensal dos recursos financeiros. 

Mas, o que isso significa?
Provisionar significa reconhecer uma obrigação esperada que resultará na saída de dinheiro do negócio.

Por exemplo, imagine que sua empresa no mês de janeiro decidiu investir na aquisição de máquinas e equipamentos e essa compra ocorrerá no mês de março.

Para se organizar e realizar esse investimento, as provisões com relação ao desembolso de dinheiro precisam ser feitas antecipadamente no mês de janeiro, pois assim, você diminuirá o impacto no caixa da sua empresa.

Com um provisionamento financeiro é possível deixar sua empresa preparada para acontecimentos que você tem certeza que ocorrerão no futuro, como o exemplo citado acima.

Um bom caminho para seguir e conseguir efetuar a provisão do décimo terceiro salário é aproveitar os momentos de maior lucro da empresa, ou seja, os ‘picos de vendas’.

Geralmente, há alguns períodos sazonais no decorrer do ano em que o negócio lucra mais. Assim, é ideal que o empreendedor aproveite essa oportunidade e direcione o dinheiro para o 13º salário dos colaboradores.

É comum, também, ocorrer no final do ano as férias de alguns colaboradores. Então, o provisionamento se torna ainda mais importante à medida em que o impacto pode ser maior, pois terão custos trabalhistas relacionados tanto ao décimo terceiro, quanto ao pagamento de férias.

Mas não provisionei. E agora?
Se você precisa pagar o 13º e não tem dinheiro em caixa, existem duas opções possíveis: uma legal e outra operacional.

No aspecto legal, existem algumas multas administrativas previstas, que podem transformar o acerto dos compromissos em uma perigosa bola de neve. Caso não seja feito o pagamento, além das sanções legais, o maior impacto ocorre na gestão de pessoas, pois, certamente, terá efeitos significativos no engajamento e na motivação de seus colaboradores.

No aspecto operacional, você pode buscar um financiamento empresarial para realizar esse pagamento. Existem linhas de crédito específicas no mercado para essa finalidade . 

Para conseguir esse recurso extra, a maioria dos empreendedores utiliza produtos de crédito comuns, como o cheque especial e cartão corporativo que, no entanto, possuem os mais altos juros do mercado.

Por isso é muito importante fazer simulações em várias instituições financeiras, e se for o caso, contratar aquela que apresenta a melhor proposta para sua empresa.



quarta-feira, 13 de novembro de 2019

COMO EVITAR QUE PEQUENOS GASTOS EMPRESARIAIS VIREM GRANDES PROBLEMAS?

São nas menores despesas que podem estar os maiores custos de uma empresa e que irão comprometer o caixa. De tão pequenas, elas passam despercebidas — muitas vezes o tamanho convence a empresa de que não precisam nem ser cadastradas no fluxo de caixa, mas é aí que está a armadilha.

Separados, gastos menores parecem inofensivos, mas reunidos, podem desestabilizar o negócio, por isso é muito importante que sua empresa faça uma boa gestão de fluxo de caixa. Com esse controle financeiro você terá uma visão completa de como essas pequenas despesas afetam seu orçamento.

Como fazer a gestão de pequenos gastos empresariais?
Aqui não há segredo. Para organizar e não se perder com as pequenas despesas, você precisa registrar todas as saídas de dinheiro no seu fluxo de caixa. Pode parecer chato no começo, mas o segredo é criar disciplina e rotina: determine regras para o pagamento de gastos considerados pequenos — almoços com clientes e tarifas de táxi para reuniões, por exemplo — e as transmita entre os colaboradores.

Escolha um momento do dia — possivelmente próximo ao fim do expediente, quando todos os colaboradores tiverem enviado as notas fiscais solicitando reembolsos — para inserir as saídas de dinheiro no seu fluxo de caixa.

Para facilitar ainda mais, crie uma coluna ou mesmo uma planilha dentro do seu fluxo de caixa para reunir esses gastos, assim você conseguirá analisar o total gasto em determinados períodos e pensar em formas de economizar mais.

Pequenas despesas que desestabilizam o caixa
Agora que você tem algumas boas práticas para ficar de olho nesses gastos, vamos dar alguns exemplos das pequenas despesas que geralmente são esquecidas pelos empreendedores.

#1 - Alimentação
Aqui não estamos falando do benefício de vale-refeição, mas sim aqueles casos atípicos em que a empresa precisa pagar pela alimentação: almoços e jantares com clientes, festas de aniversário de colaboradores, coffee-breaks de reuniões e outros. Se esses eventos são frequentes, planeje um orçamento fixo para essas ocasiões para você não se distanciar muito dos gastos aceitáveis.

#2 - Contas de telefone e energia
Quando você recebe uma conta telefônica, muitas vezes não analisa se houve discrepâncias de valor ocasionadas por algum comportamento excepcional, como um número maior de ligações internacionais. Lembre-se de analisar o extrato das chamadas para identificar algum gasto excessivo, no fim do ano, esses pequenos excedentes mensais podem somar um valor considerável. Essas diferenças também devem ser observadas na conta de energia.

#3 - Material de escritório
Você deve ter um orçamento separado para aquele material usado no escritório, mas o problema se esconde em pedidos extras que acabam não sendo computados: algumas canetas a mais, cola, um pacote de folhas de ofício. Mesmo que pareça bobagem, coloque no seu fluxo de caixa.

#4 - Serviços excepcionais
Serviços de office-boy, impressão, cartório e outros, por mais que sejam ocasionais ou raros, precisam entrar no seu fluxo de caixa.

#5 - Tarifas de transporte
Aqui entra aquele dinheiro gasto com táxi e outros serviços de transporte que os usuários usam em eventos e necessidades corporativas. Como podemos ver, muitas dessas pequenas despesas acabam passando despercebidas, porque inicialmente não parecem recorrentes e o valor individual é baixo. Mas sem aquele registro do fluxo de caixa, fica impossível determinar com precisão quais delas são mesmo atípicas e quais podem ser inseridas no planejamento da empresa e receber um orçamento periódico.

Seu caixa pode ficar ainda mais organizado com a ajuda da nossa Planilha de Fluxo de Caixa. Baixe gratuitamente.



PRECIFICAÇÃO DE PRODUTOS: COMO DEFINIR O PREÇO IDEAL PARA TER O LUCRO DESEJADO?

Será que estou cobrando o preço certo pelos meus produtos e serviços? Devo levar em consideração somente os custos e as despesas para sua produção ou devo ter em mente apenas o preço dos concorrentes? Como buscar esse equilíbrio?

Essas são perguntas frequentes na cabeça de muitos empreendedores.

Acertar o preço de venda de um produto ou serviço não é uma tarefa simples para quem administra um negócio, já que o preço é um fator decisivo e um grande influenciador na decisão de compra dos seus clientes em potencial.

De maneira bem simples, o preço de venda é o valor financeiro cobrado do cliente que sua empresa estabelece para os produtos e serviços comercializados.

Para encontrar o preço certo, é necessário estabelecer o equilíbrio exato entre um preço competitivo, capaz de atrair o cliente, e uma boa margem de lucro.

Diferença entre preço e valor
O preço de venda é a quantia que deverá cobrir o custo direto da mercadoria: as despesas variáveis (impostos e comissões), as despesas fixas (aluguel, água, luz, telefone, internet), além da obtenção de lucro.

Mas, além dessas contas básicas, é necessário que você empreendedor compreenda o real objetivo ao definir um preço, por exemplo, penetração no mercado, pronta recuperação de caixa, promoção de linha de produtos, maximização do lucro ou diferenciação no mercado.

Já a famosa expressão “agregar valor”, neste caso, significa tornar as coisas especiais para o público, trabalhar a percepção do cliente para valorizar mais a oferta e o benefício que está sendo oferecido a ele.

Na percepção do valor podem ser levados em conta os seguintes aspectos: status da marca, qualidade do produto, necessidade, tendência, inovação e exclusividade.

Quanto menores forem os esforços gastos e maiores forem os benefícios percebidos na satisfação das necessidades, maior será o valor que seu cliente irá atribuir ao produto ou serviço.


Porque é importante saber definir o preço de venda?
Existem algumas variáveis que devem ser consideradas para se definir o preço ideal de venda dos seus produtos e serviços:

- Satisfazer o consumidor: o preço que se ajusta ao bolso do cliente é uma das razões que faz com que ele compre o produto ou serviço da sua empresa;
- Ajustar o público-alvo: o preço também é uma forma de dizer ao mercado a que tipo de consumidor sua empresa está focada;
- Enfrentar a concorrência: uma política de preço possibilita ao empreendedor conhecer até onde pode ir para se manter competitivo e atrair mais clientes;
- Conceder descontos: a definição de uma margem mínima aceitável pode assegurar que a empresa não tenha prejuízos durante a venda de determinado produto em promoções especiais.
- Melhorar resultados: um preço de venda adequado pode gerar lucro e o crescimento da empresa, enquanto que uma definição equivocada compromete os resultados e pode levar, até mesmo, à falência.
- Pagar obrigações: uma correta precificação garante que haja recursos em caixa para o custeio da operação e o pagamento das obrigações relacionadas a ela, como salários e impostos.


Como acertar na precificação de produtos ou serviços?
1 - Conheça seus custos e despesas.
Quando falamos em custos, estamos nos referindo a dois tipos: os custos variáveis e os custos fixos.

- Custos variáveis: São os custos ligados diretamente ao produto/serviço. Se a venda de produtos aumenta, eles também aumentam. Se as vendas diminuem os custos também reduzem. Exemplo: matéria-prima, mercadoria, embalagem, impostos sobre vendas, comissões, taxas do cartão, mão de obra direta, frete da venda.

- Custos fixos: São os custos existentes no negócio havendo ou não vendas. (aluguel, energia, água, condomínio, contador, salários fixos com encargos sociais, depreciação).

Cada tipo de negócio tem suas próprias características e especificidades em relação ao custo. Por exemplo, uma fábrica terá gastos diferentes, como insumos e processo de produção, em relação a uma loja virtual.

No entanto, a partir dessa análise de custos e despesas, você pode tomar melhores decisões a respeito do preço mínimo que sua empresa pode estabelecer para manter-se competitivo no mercado, com a saúde financeira saudável.

2 - Defina sua margem de lucro.
Qual será o lucro da sua empresa com a venda de um determinado produto?

Essa é uma questão importante, pois não basta que o valor obtido seja suficiente apenas para cobrir o custo do produto.

Se a sua política de preços garante apenas que o seu negócio sobreviva, sem proporcionar o ganho desejado, a estratégia está equivocada.

Não existe uma margem de lucro ideal que se aplique a todo o tipo de empresa. Por isso, sua busca deve ser pelo equilíbrio, visando uma rentabilidade responsável.

Mas lembre-se que preços muitos baixos podem comprometer as suas finanças, enquanto que preços muitos altos podem afastar clientes em potencial e levar suas mercadorias a encalhar no estoque

3 - Fique atento ao mercado e aos seus concorrentes.
Ao definir o preço de um produto ou serviço, nunca se esqueça de analisar o preço de venda dos concorrentes.

Seu preço de venda deve ser compatível com as exigências do mercado, não se distanciando daquilo que é praticado por seus concorrentes diretos da mesma categoria de produto/serviço e qualidade.

É comum que, em determinadas campanhas e promoções de venda, você opte por baixar o preço temporariamente para se igualar aos concorrentes. Essa é uma estratégia sazonal, mas não deve ser utilizada de forma permanente e sem planejamento.

Isso porque, em primeiro lugar, talvez seu concorrente tenha conseguido melhores condições que você junto aos fornecedores. Em segundo, porque a falência é um caminho provável ao tomar essa direção sem planejamento. Por isso, não faça da guerra de preços uma ação permanente.

Gostaria de uma ajuda pra calcular o preço de vendas das suas mercadorias/serviço? Clique aqui e baixe a nossa planilha.


 Planilha Cálculo Preço de Vendas